quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Atualidade

Certas coisas acontecem no momento certo para nos trazer coisas boas, embora quando aconteçam, possa não parecer. Poizé, meus amigos, alguns podem rir do q vou escrever. Podem rir, dou permissão para isso. Se não fosse comigo, até eu riria. Se bem que hoje em dia, eu mesmo rio daquilo.
Semana passada fui assaltado num grande momento de burrice! Após uma tarde agradável de piquenique, passeio no museu nacional e ao zoológico, eu e minha namorada sentamos na grama para aproveitar o entardecer. Logo escureceu e fomos assaltados! Nós 2, os idiotas, deitados na grama, cercados por 3 pivetes. Não tivemos como reagir. Dela só levaram 6 reais. De mim, perdi o celular, fone, 15 reais e meus óculos. Na hora, óbvio, fiquei intensamente irritado. Mas depois, me acalmei. E hoje, tranquilo estou sobre o episódio.
Só o que me deixa ainda desconfortável é a perda das fotos que estavam no celular e os meus óculos. Pra que roubar os óculos de alguém???!! Digamos que agora eu vejo um mundo diferente rs.
Estava pensando, quantas coisas inúteis nós temos. Não sinto falta do celular. Afinal, se eu odeio falar ao telefone, pq tinha um? Não sinto mais a pressão do tempo, a urgência d falar com tal e qual pessoa, ou, ver q horas são pra não me atrasar. Oras, o tempo é coisa inventada. Por que temos tanto medo dele? Não corro pra chegar na aula, acordo somente quando meu corpo quer (mesmo q eu perca algumas aulas), não preciso desesperadamente lutar para não chegar tarde em casa.... Nem recebo ligações em momentos, digamos, inapropriados.
Dias atrás, creio que todos sabem do bug que teve no orkut. Eu peguei. Só sei que eu fiquei produndamente indignado, com raiva do orkut e seus tantos erros, tantas atualizações inúteis que só complicam nossa vida. Excluí minha conta no Orkut. Nem sinto a falta dela.
Acabou a prisão, tenho vida novamente. Ninguém invade minha privacidade nem me acham quando me escondo. Tenho mil e uma identidades, centenas de anos para viver. E meu dia, que antes tinha míseras 24 horas, agora possui um número infinito delas. Quebrei a corrente, caí na margem da sociedade.
Melhor agora eu andar por aí, antes que a polícia de costumes me pegue e me obrigue a entrar nessa roda viva coletiva que é a vida contemporânea. Estou livre! e vocês... não.
Abraços Libertários

sábado, 11 de setembro de 2010

Finalista da Megazine

Pois bem, meus leitores.
Minha vida está uma roda viva, sem dó nem piedade, o que chamamos "vida adulta", com todas as aspas possíveis de sadismo e sarcasmo. Mas fazer oq? Uma hora você acorda e descobre que não adianta o quanto você implore, sua mãe não vai colocar seu almoço, nem vai comprar aquela roupa pra você e muito menos vai te dar dinheiro espontaneamente. Você descobre que terá eternamente que comprar pão, fazer as compras mensais no supermecado e pagar as contas do banco té de parentes que você não conhecia!
Mas isso não é nada! Só começa a desandar quando se entra na faculdade. É aquele mundaréu de disciplinas, prova pra cá, prova pra lá, trabalho aqui, artigo pra escrever, monografia, estágio, chopada, mais provas, mais textos pra ler, trabalho de campo, projeto, monitoria, puxa-saco acolá e etc, e seguindo tudo rapidamente, furando sinal, atropelando pedestres por causa dos prazos apertados, horas cada vez mais curtas e praticamente sem dormir!
Contece...
Por isso que no Japão há tantos suicídios.
Aqui não... exceto pelos emos (ainda existem?).
Bem, mudando de assunto,
quero pedir o seu voto.
Não, não estou me candidatanto a nenhum cargo político, mas a uma vaga no conselho jovem da megazine, um revista semanal do jornal O Globo. Para isso, votem no meu texto.
Leiam.
Abraços libertários